"Dirty work" foi lançado em meio a desentendimentos constantes entre Mick Jagger e Keith Richards, o que dá pra perceber no clima do álbum, e eles transformaram isso em criatividade e energia, apesar de não ser uma obra prima. Lançado três anos depois de "undercover", foi um alento para os fãs, que já visualizavam o fim dos Stones devido à incursão de Mick Jagger em sua carreira solo. Keith Richards até que queria sair em turnê, mas Jagger estava mais preocupado em fazer decolar seus projetos musicais do que voltar a ser o vocalista da maior banda de rock'n'roll de todos os tempos. Mais uma vez surgiram rumores de que "Dirty work" seria o último trabalho dos Rolling Stones.
1-One hit (to the body) : A introdução avassaladora da guitarra de Keith é o ponto alto desta música que deveria ter mais destaque; atenção ao solo de Jimmy Page (isso mesmo, o guitarrista do Led Zeppellin);
2-Fight: Rock básico e descomplicado;
3-Harlem shuffle: A música de trabalho do álbum é uma regravação de um sucesso antigo;
4-Hold back: Riff nervoso ao estilo Keith Richards;
5-Too rude: Reggae com vocal de Keith;
6-Winning ugly: Destaque apenas à guitarra solo;
7-Back to zero: Uma boa batida numa música repetitiva;
8-Dirty work: Rock estilo Stones;
9-Had with you: Guitarra estilo Chuck Berry com gaita de Jagger; percebe-se a ausência do baixo;
10-Sleep tonight: Balada sonolenta de Keith e bateria tocada por Ronnie Wood;
11-Boogie-woogie dream: Não faz parte dos créditos do álbum, é um trecho de piano de Ian Stewart, que faleceu em 1985, e acompanhava os Stones desde 1962.


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