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2010/10/03

Bridges to Babylon

 


Lançamento: Setembro de 1997
O último álbum de estúdio dos Stones do século 20 tem uma qualidade invejável, tanto na qualidade das músicas como nas gravações muito bem mixadas, com destaque no som da bateria, que inicia o álbum com a marcação de "Flip the switch". Para quem gosta de rock criativo e bem elaborado é uma ótima opção, e para os fãs dos Rolling Stones, é imperdível.

1- Flip the switch: Inicia com a bateria de Charlie Watts, entrando depois o riff de Keith e a banda toda, neste rock "stoniano" acelerado;
2-Anybody seen my baby: Um processo de plágio fez Mick Jagger e Keith Richards darem a co-autoria desta música à K.D. Lang, cantora canadense de country and western, e ao guitarrista Ben Mink, pela semelhança à música "Constant craving". Mas o que importa é que se tornou mais um sucesso dos Stones;
3-Low down: O riff característico de Keith Richards e a batida bem marcada de Charlie, uma assinatura dos Stones, em estilo e musicalidade;
4-Already over me: Um blues com sequências harmônicas diferenciadas;
5-Gunface: Rock visceral e rasgado com letra sangrenta;
6-You don't have to mean it: Estilo reggae com solo vocal de Keith;
7-Out of control: Devido ao estilo bem característico dos Stones, se tornou outro sucesso na época;
8-Saint of me: Um rock de riffs, mas com ausência de Keith, com Ronnie Wood e Waddy Watchel nas guitarras, este último sendo um colaborador de Keith em seus discos solo;
9-Might as well get juiced: Um blues moderninho com som de sintetizador;
10-Always suffering: A balada do álbum, com muito bom gosto;
11-Too tight: Outro rock bem característico dos Stones;
12-Thief in the night: Canção com solo vocal de Keith, bem ao seu estilo;
13-How can i stop: Balada de Keith; destaque aos solos jazzísticos de saxofone de Wayne Shorter, um músico convidado por Charlie Watts.










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