Este álbum pegou "carona" com o famosíssimo "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band" dos Beatles, e retrata uma época marcada pelo psicodelismo, alimentado pelo uso do ácido lisérgico, mais conhecido como "lsd". É claro que a qualidade deste álbum, comparado com os dos Beatles, deixa a desejar, mas os Beatles são únicos e contavam com, além da genialidade dos quatro integrantes, nada mais nada menos que George Martin, considerado o "quinto beatle" pela tamanha competência como produtor e músico erudito. Os álbuns do Stones eram produzidos por Andrew Loog Oldham, um produtor relativamente sem experiência, tão jovem quanto eles (na época) e buscando melhorar através das experiências em conjunto. Mas neste disco, Oldham não estava mais com eles e os Stones fizeram tudo sozinhos, com total liberdade. Sabendo disso, podemos contemplar como a criatividade deles fluíam nas composições e nos arranjos, bem diferentes de tudo o que eles haviam feito até então. Podemos considerar "Their satanic majesties request" um marco do "flower power", a época dos hippies e do sonho desiludido de toda uma geração.
1- Sing this all together: Destaque para os arranjos de metais de Brian Jones;
2- Citadel: Atenção à guitarra base de Keith Richards;
3- In another land: Composição e vocal de Bill Wyman, algo único na história dos Stones;
4- 2000 man: Música típica desta época, com mudanças bruscas de ritmo e melodia. Destaque para a bateria no contratempo na primeira parte;
5- Sing this all together (see what happens) : Bom para imaginarmos como eles "viajavam" na época;
6- She's a rainbow: Música de sucesso com participação de Lennon e Mc'Cartney nos vocais e arranjo de cordas de John Paul Jones, posterior baixista do Led Zeppelin;
7- The lantern: Destaque para o violão "bluesman";
8- Gomper: Música viajante com cítaras e melodias estranhas;
9- 2000 light years from home: A melhor do álbum, com guitarra poderosa de Richards;
10- On with the show: Boa para o final do álbum.


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